Organizando: últimas semanas de 2013

Já estamos quase no final de dezembro (leia-se perto do natal e ano novo) e só agora consegui sentar e me organizar com alguns projetos que ainda estou fazendo e outros pro ano que vem. Hoje é dia de cumprir algumas tarefas, enviar alguns emails, escrever a ultima parte do artigo da minha pesquisa e tudo com uma dose de atividade física, pois finalmente entrei no ritmo e estou frequentando a academia.

Hoje, por exemplo, fui pela manhã e gostei bastante, mas ainda não sei se mantenho esse horário e aproveito o dia com mais gás ou se volto a frequentar à noite, pra chegar em casa, tomar aquele banho relaxante, jantar e me deitar pra dormir.

Algumas coisas que estou resolvendo hoje:

– Atualizei meu planner com o calendário de Janeiro/2014. Já coloquei datas importantes como aniversários, provas de concursos e viagens que vou fazer. Assim já tenho uma visão geral do próximo mês. Quem não tem um planner, pode imprimir o mês no Google Calendar. Eu fazia assim antes de comprar meu planner no ebay.

– Atualizei meu caderninho de tarefas (na verdade ainda estou escrevendo) com algumas metas pra serem feitas até o final do ano. Coisas simples, mas importantes.

– Vou fazer um brainstorm de tudo que está pendente na minha mente. Anotar tudo que preciso/quero/gostaria de fazer é uma ótima atividade pra descarregar tudo que surge como janelinhas pop-up quando estamos focando em outras atividades.

– Vou organizar o material da faculdade do semestre passado. Ainda tenho pilhas de papeis de anotações, provas antigas, do semestre que já passou. O ano letivo já acabou e minha gaveta continua cheia de artigos e anotações. Vou guardar o que preciso e colocar na lixeira de reciclagem o que não for mais útil.

Estou ainda pensando como vou reorganizar meu caderno de tarefas. Pelo Pinterest estou encontrando várias inspirações, queria mudar um pouco meu esquema de organização e quando encontrar um que me atenda, vou compartilhar aqui com vocês. Só sei que de uma coisa não abro mão: canetas coloridas e post-its. 🙂

Cofrinho de copo de café

Às vezes algo tão simples pode ser útil, como este copo de uma cafeteria que costumo ir aqui no Rio de Janeiro, a California Coffee. Encontrei o copo largado num canto, aqui em casa e decidi usa-lo como decoração e cofre de moedas (de R$1). Tudo o que precisei fazer foi alargar um pouco mais o corte que tinha na tampa com um estilete (dá pra fazer com uma tesoura de ponta fina) e pronto, virou um cofre discreto, que também enfeita minha prateleira.



Fácil, né? Agora só faltam as moedas… Minha nova franja agora tem vida própria >.<

O que é viver uma vida minimalista?

O que é ter uma vida Minimalista? | camilando.com #vidaminimalista

Desde que iniciei minha busca por uma vida mais completa, mais realizada e com menos distrações, fui conhecendo aos poucos alguns blogs e livros sobre o minimalismo. A ideia de desapegar daquilo que não faz mais sentido em nossas vidas combinou tanto com o momento em que eu estava vivendo, que iniciei este processo de doações, de reduzir compromissos, de repensar meu consumo e me dedicar mais ao que gosto.

No entanto, muitos ainda se questionam sobre a quantidade ideal de roupas, de sapatos, como viver neste estilo de vida, qual a fórmula mágica e o que fazer com o vazio quando nos encaixamos, finalmente, no esquema. Me preocupa muito quando alguém chega a se sentir mal por querer tanto aquele sapato novo, mas não poder comprar, pois “assinou um contrato” com o estilo de vida minimalista e não pode ser um perdedor. Me preocupa também quando pessoas se sentem vazias, sem perspectiva, tristes, depois que reduziu o máximo que pôde suas roupas, seus compromissos, sua vida.

Ter uma vida minimalista não é ter menos do que precisa. É ter o suficiente. É não se deixar levar pela correnteza. É comprar sem culpa, mas com consciência, sabendo que aquilo que está adquirindo é realmente útil e necessário. É saber que tudo o que temos em casa, há uma finalidade. É não deixar objetos e roupas estagnadas num canto, acumulando poeira, enquanto há tantos que precisam. É viver com menos preocupações. Uma vida minimalista te dá as rédeas de sua própria vida, sabendo, no entanto, que nada é permanente. É estar satisfeito com o presente, mas preparado para mudanças futuras.

Uma vida minimalista jamais deve nos causar dor, mas sim, felicidade. É viver de uma forma mais simples independente de quantos objetos temos. Não é uma autopunição, não é castigo. É valorizar os pequenos momentos, valorizar o que conquistamos, seja material ou não. É saber que não importa o que fala a publicidade, pois meu celular do modelo passado atende às minhas necessidades.

Uma vida minimalista nos faz abrir os olhos e estar conscientes de que, se vamos entrar no jogo dos outros, do consumo, das compras, é porque escolhemos, naquele momento, entrar.

Ter uma vida minimalista não é, jamais, estar preso a regras e normas ditatoriais. Muito pelo contrário, é você criar suas próprias regras, as que melhor se enquadram em você.

Não se deixem levar por regras. Sejam livres! Quanto mais obtemos conhecimento, mais nos libertamos. Portanto, se alguém acha que ter uma vida mais simples, minimalista, é viver sob regras, normas e sentimentos de culpa por ter comprado – escondido – aquele sapato lindo, está enganado. Somente nós somos capazes de saber o que é o melhor para nossas vidas. Portanto, conversem, debatam, discutam, leiam muito, cada vez mais, mas jamais deixem que normas de conduta controlem seu estilo de vida. Minimalismo é liberdade. Minimalismo é viver uma vida ampla, com menos preocupações e repleta de realizações.

Há tantas definições que eu poderia citar, mas como eu sempre falo, o que serve para mim, pode não servir para você. E o que se encaixa hoje, amanhã pode não mais funcionar. Seja livre para criar suas próprias regras e inspire-se com exemplos de vida, teste, experimente. Se não gostar, abandone, mude, adapte. Pois a nossa beleza está justamente na individualidade.

E você, como enxerga o minimalismo?